Especial Sinduscon – TV Guia do Construtor

Aconteceu na última sexta feira (18), no Moinho Velho D’Pallace Pizza Bar, a cerimônia de Posse da diretoria do SindusCon SP para o triênio 2011 – 2014. Maristela Honda (Vice-Presidente de Responsabilidade Social) e Antonio Carlos Ribeiro Abibe (Diretor da Regional Sorocaba) receberam os convidados especiais para um charmoso almoço e encontro entre autoridades de Sorocaba e região, políticos e representantes de entidades empresariais, industriais e órgãos públicos.

Programa 41 TV Guia do Construtor

No 1º Bloco, conversamos com o Maurício Bonilha sobre a legalização de espaços utilizados pelo público, como por exemplo, os restaurantes. No 2º Bloco o Maurício Bonilha fala sobre a adaptação de locais públicos para o melhor acesso das pessoas portadoras de necessidades especiais. Temos no 3º Bloco, mais uma dica do Eng. Fabio Rippe da Tigre Tubos & Conexões que nos apresenta uma Grelha Flexível de PVC muito utilizada onde o uso de água é constante, como quintal e beiras de piscinas. O 4º Bloco vem nos mostrar o trabalho que o SECOVE vem desenvolvendo para cuidar da questão ambiental nos municípios onde atua.

 

Portas e janelas de alumínio, como conservar

Uma das principais características do alumínio é a durabilidade. Mas é necessário alguns cuidados básicos para a preservação do metal. Fatores como limpeza, pintura e lubrificação de todas as articulações e roldanas de portas e janelas, necessitam de um cuidado especial. Os consumidores devem ficar atentos com a conservação dos produtos.

“Costumamos dizer que uma boa esquadria de alumínio é como um diamante, dura para sempre”, garante Antônio Poiani, responsável pela área técnica de marketing da Alcoa. Segundo ele, o descuido com o metal pode ocasionar falhas na abertura de portas e janelas e surgimento de manchas.

Produtos químicos, como removedor, por exemplo, são totalmente proibidos na limpeza das esquadrias. Segundo Poiani, a limpeza deve ser feita somente com detergente e água. “Muitas pessoas desconhecem a maneira correta para limpar portas e janelas. Alguns produtos danificam o metal. É necessário lembrar que também não se deve usar esponjas que risquem o alumínio, como as de aço, a limpeza tem que ser feita com esponja ou pano macio”, explica.

Abaixo, seguem algumas recomendações importantes:

Limpeza

1. A limpeza das esquadrias deve ser feita com uma solução de água e detergente neutro, a 5%, com auxílio de esponja ou pano macios, nos seguintes intervalos de tempo:

•No mínimo, a cada 12 meses em zona urbana e rural
•No mínimo a cada 3 meses em zona marítima ou industrial

2. As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam sempre limpos, para se evitar o acúmulo de poeira, que, com o passar do tempo, vão se compactando pela ação de abrir e fechar, transformando-se em crostas de difícil remoção, ao mesmo tempo que comprometem o desempenho das roldanas exigindo sua troca precoce

3. Não usar fórmulas de detergentes com saponáceos, esponjas de aço ou qualquer outro material abrasivo

4. Não usar produtos ácidos ou alcalinos. Sua aplicação poderá manchar a anodização e tornar a pintura opaca

5. Não utilizar objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza de “cantinhos” de difícil acesso. Esta operação poderá ser feita com o auxílio de um pincel de cerdas macias

6. Não usar produtos derivados de petróleo (vaselina, removedor, thiner etc.). O uso de tais produtos, num primeiro instante, pode deixar a superfície mais brilhante e bonita. Porém, em sua fórmula existem componentes que vão atrair partícula de poeira que agirão como abrasivo, reduzindo a vida do acabamento superficial do alumínio. Por outro lado, os derivados de petróleo podem ressecar plásticos e borrachas, fazendo com que percam a sua ação vedadora.

Lubrificação

Graxa ou óleo não pode ser utilizado nas articulações e roldanas. Estes produtos podem conter ácidos e outros aditivos não compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias, causando manchas no material

Pintura

1. Antes de executar qualquer tipo de pintura é necessário proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC. Evite a utilização de fitas tipo “crepe”. Esta fita costuma manchar a esquadria quando em contato prolongado, por isso, também é recomendável remover a fita protetora após o término da pintura

2. Caso haja contato da tinta com a esquadria, limpar imediatamente, enquanto fresca, com pano seco e em seguida com pano umedecido em solução de água e detergente neutro

Fonte da matéria: www.forumdaconstrucao.com.br

Projeto de edifício flutuante.

O Projeto Utopia foi apresentado no Monaco Yacht Show 2011 que é um evento voltado para o setor nautico. Site Firebox, que oferece presentes inusitados, colocou o projeto à venda por “centenas de milhões de dólares”.

O edifícil flutuante tem 11 andares com quatro heliportos e várias piscinas. A ilha flutuante teria propulsores que a manteriam estável até nos mares mais agitados.

O que é permacultura?

Permacultura é algo fácil de identificar com um monte de desejos pessoais profundos entre aquelas pessoas que sonham com paz, harmonia e abundância. Mas leva-se muito tempo para entender. Não se sinta desencorajado o leitor que está ansioso por conhecer a Permacultura ou aquele que julgava tê-la compreendido: os conceitos estão dados e são até bastante claros. A verdade é que as coisas mais importantes da vida exigem tempo e dedicação, tanto mais quando representam quebras de paradigmas.

Assumir para nossas vidas aquilo que é radicalmente novo não é tarefa fácil – no mais das vezes enfrentamos nossos próprios limites de compreensão e aceitação. Por isso, é preciso coragem, fé e determinação para tornar-se um permacultor. E tomar o tempo como aliado.

Nas palavras de Bill Mollison de que mais gosto, a Permacultura é “uma tentativa de se criar um Jardim do Éden”, bolando e organizando a vida de forma a que ela seja abundante para todos, sem prejuízo para o meio ambiente. Parece utópico, mas nós praticantes sabemos que é algo possível e para o qual existem princípios, métodos e estratégias bastante factíveis. Os exemplos estão aí, para quem quiser ver, nos cinco continentes e em mais de uma centena de países.

Conceitos
Os australianos Bill Mollison e David Holmgren, criadores da Permacultura, cunharam esta palavra nos anos 70 para referenciar “um sistema evolutivo integrado de espécies vegetais e animais perenes úteis ao homem”. Estavam buscando os princípios de uma Agricultura Permanente. Logo depois, o conceito evoluiu para “um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis” , como resultado de um salto na busca de uma Cultura Permanente, envolvendo aspectos éticos, socioeconômicos e ambientais.

Para tornar o conceito mais claro, pode-se acrescentar que a Permacultura oferece as ferramentas para o planejamento, a implantação e a manutenção de ecossistemas cultivados no campo e nas cidades, de modo a que eles tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Alimento saudável, habitação e energia devem ser providos de forma sustentável para criar culturas permanentes.

No centro da atividade do permacultor está o design, tomado como planejamento consciente para tornar possível, entre outras coisas, a utilização da terra sem desperdício ou poluição, a restauração de paisagens degradadas e o consumo mínimo de energia. Este processo, segundo André Soares, permacultor do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC, deve ser dinâmico, contínuo e orientado para a aplicação de padrões naturais, contendo sub-processos de organização de elementos dentro de determinados contextos.

No primeiro nível, a ação do permacultor volta-se principalmente para áreas agrícolas com o propósito de reverter situações dramáticas de degradação sócio-ambiental. “Culturas não sobrevivem muito tempo sem uma agricultura sustentável”, assegura Bill Mollison. No entanto, os sistemas permaculturais devem evoluir, com designs arrojados, para a construção de sociedades economicamente viáveis, socialmente justas, culturalmente sensíveis, dotadas de agroecossistemas que sejam produtivos e conservadores de recursos naturais.

Cooperação e solidariedade
A Permacultura exige uma mudança de atitude que consiste basicamente em fazer os seres humanos viver de forma integrada ao meio ambiente, alimentando os ciclos vitais da natureza. Como ciência ambiental, reconhece os próprios limites e por isso nasceu amparada por uma ética fundadora de ações comuns para o bem do sistema Terra.

Mollison e Holmgren buscaram princípios éticos universais surgidos no seio de sociedades indígenas e de tradições espirituais, que estão orientados na lógica básica do universo de cooperação e solidariedade. Não é possível praticar a Permacultura sem observá-los.

Primeiro, será preciso assumir a ética do cuidado com a Mãe-Terra para garantir a manutenção e a multiplicação dos sistemas vivos. Depois, o cuidado com as pessoas para a promoção da autoconfiança e da responsabilidade comunitária. E por fim, aprender a governar nossas próprias necessidades, impor limites ao consumo e repartir o excedente para facilitar o acesso de todos aos recursos necessários à sobrevivência, preservando-os para as gerações futuras.

Como parte dos sistemas vivos da Terra e tendo desenvolvido o potencial para desfazer a sustentabilidade do planeta, nós temos como missão criar agora uma sociedade de justiça, igualdade e fraternidade, a começar pelos marginalizados e excluídos, com relações mais benevolentes e sinergéticas com a natureza e de maior colaboração entre os vários povos, culturas e religiões.

Toda ética tem a ver com práticas que querem ser eficazes. “A ética da Permacultura serve bem para iluminar nossos esforços diários de trabalho com a natureza a partir de observações prolongadas e cuidadosas, com base nos saberes tradicionais e na ciência moderna, substituindo ações impensadas e imaturas por planejamento consciente”, assevera Bill Mollison. A chave é estabelecer relações harmoniosas entre as pessoas e os elementos da paisagem.

Design para a sustentabilidade
O trabalho do permacultor está baseado em princípios e métodos de design para orientar padrões naturais de crescimento e regeneração, em sistemas perenes, abundantes e auto-reguladores.

Earle Barnhart, permacultor de Massachussets (USA), escreveu que a regra cardinal do projeto da permacultura é maximizar as conexões funcionais. Isso quer dizer, combinar as qualidades de elementos da natureza e de elementos da criação humana para construir sistemas de armazenamento de energia. Não haveria nada de revolucionário nisso se as sociedades modernas agissem com base no bom senso.

Mas a história é bem outra e, por isso, a Permacultura, embora seja a “ciência do óbvio”, como gostam de dizer alguns de nós, está fazendo revoluções nas cabeças de jovens, adultos e idosos, oferecendo-lhes, em vez de sistemas fechados e fragmentários, o paradigma holístico contemporâneo, que tudo articula e re-laciona, para a construção de projetos abertos ao infinito.

As estratégias de design da Permacultura não existem apenas para o planejamento de propriedades abundantes em energia – este é apenas o primeiro nível de ação do permacultor. É possível desenhar também sistemas de transporte, educação, saúde, industrialização, comércio e finanças, distribuição de terras, comunicação e governança, entre outros, para criar sociedades prósperas, cooperativas, justas e responsáveis. O sonho é possível: a ética cria possibilidades de consensos, coordena ações, coíbe práticas nefastas, oferece os valores imprescindíveis para podermos viver bem.

A história da Permacultura no Brasil
Não faz muito tempo, em 1992, Bill Mollison ministrou um curso de Permacultura no Rio Grande do Sul e estabeleceu um marco inaugural: de lá para cá, a Permacultura desenvolveu-se no Brasil, conquistando dia após dia um número crescente de praticantes.

Hoje, a Permacultura encontra-se nas esferas governamentais e surge como projeto alternativo de criação do primeiro emprego para jovens entre 16 e 24 anos. Este ano, cerca de 1.300 jovens do Distrito Federal e municípios do entorno serão capacitados para trabalhar com os princípios da Permacultura e criar redes de empreendimentos agroindustriais. O projeto é da Agência Mandalla DHSA e tem financiamento do Ministério do Trabalho e Emprego.

A Agência Mandalla DHSA, com sede na Paraíba, é uma OSCIP que está desenvolvendo tecnologias Sociais com base na ética e nos princípios e métodos de design permacultural, alcançando para a Permacultura a maior repercussão já vista no país (leia seção da página 4). Em menos de três anos, chegou a mais de 80 municípios de nove estados brasileiros, beneficiando diretamente duas mil pessoas com a garantia da segurança alimentar e a geração de excedentes para a comercialização. Entre as famílias beneficiadas, a renda média é de R$400,00 ao mês, sendo que há exemplos de agricultores auferindo renda mensal de R$1.700,00.

Os Institutos de Permacultura
São oito no total, atuando de forma diversa. Aqueles que fundaram a RBP, Rede Brasileira de Permacultura (IPAB, em Santa Catarina, IPA, no Amazonas, IPEC, em Goiás e IPEP, no Rio Grande do Sul), funcionam como centros de pesquisa, formação e demonstração de tecnologias apropriadas, com apoio financeiro da PAL – Permacultura América Latina, instituição comandada pelo iraniano Ali Sharif, com sede em Santa Fé, Estados Unidos. A única exceção é o IPAB, que não possui centro demonstrativo e, por isso, atua de forma independente, dispensando financiamentos vindos do estrangeiro através da PAL.

A ação institucional do IPAB está voltada para pequenos agricultores e tem a parceria de sindicatos, prefeituras, ONGs e movimentos sociais. Os sistemas permaculturais fomentados pelo IPAB estão nas Unidades de Produção Familiar. O instituto atua também na multiplicação de conhecimentos em Permacultura através do Projeto de Formação de Professores.

A exemplo do IPAB, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), o Instituto de Permacultura
Cerrado Pantanal e o IPEMA (Instituto de Permacultura da Mata Atlântica), possuem projetos sociais e muitos parceiros, mas não fazem parte da RBP. A título de ilustração, cito o Projeto Policultura no Semi-Árido, implantado no sertão da Bahia, atendendo hoje 700 famílias de pequenos agricultores. Com o apoio do IPB, as famílias estão desenvolvendo sistemas agroflorestais e garantindo para si segurança alimentar, trabalho e renda. O projeto ajuda os sertanejos a combater a desertificação e conviver harmoniosamente com a caatinga.

O IPOEMA (Instituto de Permacultura: Organização, Ecovilas e Meio Ambiente), no Distrito Federal, que é o mais novo entre os institutos brasileiros, vai atuar fortemente no atendimento a comunidades locais e tradicionais, além de trabalhar com pesquisa e formação de novos permacultores.

Por enquanto, há pouca ou nenhuma interação entre os institutos de Permacultura do Brasil.

Rede Permear de Permacultores
Criada no ano passado, inaugurou um novo caminho para a Permacultura em nosso país. Em concordância com as palavras de David Holmgren, que citarei em seguida, ouso dizer que a Rede Permear é a prova de maturidade do processo de desenvolvimento da Permacultura no Brasil: “Quando o campo de trabalho é novo, as relações de competição prevalecem, exatamente como nos sistemas naturais imaturos e de rápido crescimento. Mesmo na Permacultura, que está fortemente enraizada na cooperação, a competição tem acontecido, causando estranheza, mas, sobretudo, mostrando quando o processo ainda não amadureceu. Em ecossistemas maduros, assim como em sociedades tradicionais estáveis, as relações tendem a se tornar mais mutualísticas e simbióticas”.

A Rede Permear chegou lá: integra hoje catorze projetos autônomos em quatro estados brasileiros (Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) e mais o Distrito Federal. Os projetos são chamados de autônomos porque são iniciativas de pessoas, famílias e comunidades que trabalham em cooperação e com recursos próprios para multiplicar os conhecimentos em Permacultura (todos recebem formação como professores do IPAB) e para oferecer exemplos de sistemas produtivos de apoio à vida no lugar onde moram.
Nós da Rede Permear costumamos dizer que a nossa teia deve alcançar todo permacultor ou grupo de permacultores cujo trabalho tem como princípio de ação a ética da Permacultura. E queremos para esta rede tudo aquilo que um sistema permacultural deve conter: diversidade e abundância de idéias e projetos, cooperação, solidariedade, sinergia, diálogo e amor, muito amor. Por fim, que seja para todos um caminho de transformação.

fonte: http://www.permear.org.br/2006/07/14/o-que-e-permacultura/

Tv Guia do Construtor- Programa 28


A compra de terrenos é vista por muitos como investimento, mas cuidado, regras de recuo podem fazer com que a área disponível para construção seja consideravelmente reduzida.


No caso de terrenos com saída para duas ruas, por exemplo, perdem-se 4 metros. Construções comerciais também seguem essas regras e acrescentam, a cada 50 metros de área construída, a obrigatoriedade de espaço para estacionamento.
Maurício Bonilha explica no bloco Fique Atento com detalhes essas questões de aproveitamento de terreno e especificações exigidas pela prefeitura.


Muitos não sabem a diferença entre as terminologias “piso e revestimento”, que atualmente são empregados respectivamente para piso (chão) e revestimento (azulejos e afins aplicados à paredes). Apesar dos termos diferentes a aplicação é igual, pode ser feita com massa preparada na própria obra ou comprada já pronta. Independente da escolha a massa deve atender as especificações do ambiente de aplicação, umidade, dilatação do material de acabamento (piso ou revestimento) e usabilidade.


Confira no bloco Mãos a Obra os cuidados necessários para garantir um acabamento de qualidade e durabilidade para sua obra.






Iluminar e garantir a ventilação da obra, quando janelas não são uma opção, áreas de luz ou jardim de inverno, são opções estéticas e funcionais, porém exigem medidas mínimas para cada tipo de uso. Cada cômodo da casa demanda ventilação diferente, por conta da funcionalidade. Edivania Rocha apresenta as especificações e algumas recomendações do que não se deve fazer para que você tenha um jardim de inverno ideal, que além de deixar sua obra ainda mais bonita, a mantém saudável. Veja os detalhes no bloco Acabamento e Decoração.


Para fechar o programa fomos gravar no Parque da Biquinha e conhecer melhor o projeto Amigo do Meio Ambiente.
O projeto é um grande agregador de secretarias da prefeitura e de seus projetos, relacionando os programas e fazendo com que tenham muito mais força e presença na cidade e cheguem à comunidade, que precisa de cada um deles.


Trabalho conjunto apresentado no bloco Espaço Comunidade em prol de uma cidade melhor e saudável!


Tv Guia do Construtor – Programa 27


A equipe Guia do Construtor busca em suas matérias e ações informar sobre o universo da construção civil e promover a valorização da mão de obra no meio.


Com esta base apresentamos Claudio Rocha, consultor organizacional, no bloco Fique Atento para saber sobre a Formalização do Profissional da Construção Civil.


Confira no vídeo todos os benefícios e facilidades que o profissional passa a ter. Para efetuar a formalização acesse o Portal Empreendedor


Conheça também, no bloco Mãos a Obra, os diferentes tipos de revestimento de madeira disponíveis no mercado e suas formas de aplicação.


Inovação dos anos 90, o piso laminado, de aplicação mais fácil, manutenção simples e custo mais baixo em relação aos tradicionais disponíveis é ainda uma forma atraente de aplicação, com efeito visual muito próximo aos pisos de madeira tradicionais.




Quer estampar personalidade no piso da sua obra? Edivania Rocha vai além no bloco Acabamento e Decoração e mostra que além da variedade de produtos disponíveis você também pode mesclar alguns deles, criando assim um ambiente único que representa sua personalidade e compõe a decoração. No vídeo é possível ver alguns exemplos de aplicação e mixes.


Seguindo a linha “estampe sua personalidade” conversamos com o arquiteto e permacultor Thomaz Lotufo sobre o reboque estilo “multirão”. Já pensou nos momentos finais da obra, reunir família e amigos para construírem juntos? Essa prática é bastante comum nos EUA e une vantagens plásticas e sociais, afinal a prática possibilita uma série de efeitos e personalizações, estampa a marca de cada participante, além de promover momentos únicos próximo a pessoas importantes na sua vida.



Já desenvolveu alguma ação semelhante? Tem alguma dúvida sobre os temas abordados nesse programa?


Comente, faça você também parte da nossa equipe.


TV Guia do Construtor – Programa 26

A legalização da obra demanda uma série de cuidados e procedimentos. Nesse programa, Mauro Akira, chefe do Centro de Atendimento da DRF de Sorocaba, apresenta no bloco Fique Atento como realizar a Diso (Declaração e Informação sobre Obra e Construção Civil).


A Diso é essencial para que o cálculo do valor da contribuição a ser paga aos cofres públicos seja feito corretamente e leva em consideração tamanho, tipo e número de banheiros existentes na obra.


Porém, antes dessa etapa, temos o acabamento onde muitos detalhes são pré-definidos já no projeto, como o uso de esquadrilhas.


No mercado é possível encontrar diferentes tipos de materiais, madeira, alumínio, PVC e o alumínio com pintura eletrostática, indicado em regiões litorâneas.


Cada material exige um procedimento de aplicação específico, como explica Marcos Pontes no Mãos a Obra, sendo essencial que a escolha do material seja feita pelo proprietário em conjunto com o profissional responsável da obra, garantindo assim o efeito visual e funcional exigidos.


Para conhecer os materiais disponíveis, nada melhor do que visitar uma loja com grande variedade de produtos. Foi isso que Edivania Rocha fez, para apresentar a variedade de pisos existentes e qual a melhor forma de uso de cada um deles no bloco Acabamento e Decoração.




Na La Boutique, Edivania apresenta os pisos de Cerâmica e Porcelanato, com as diferenças entre eles no quesito resistência, dilatação e distância mínima entre as peças na aplicação.


Antes de toda compra para sua obra, converse bastante com o responsável pela obra e também com o vendedor, para adquirir produtos que atendam às especificações necessárias do seu projeto.


O impacto causado pela construção civil é considerável, pensando em como diminuí-lo foram desenvolvidos alguns conceitos de Bioconstrução. Um item interessante é o Reboco Natural, apresentado pelo arquiteto e permacultor Tomaz Lotufo no bloco Espaço Comunidade.


A aplicação da massa é idêntica a do reboco com base de cimento, porém esse recurso faz com que as paredes absorvam a umidade e não danifiquem a pintura.


Com base de materiais orgânicos, terra não orgânica, areia, fibras, entre outros, o Reboco Natural tem um impacto ambiental bem menor que o tradicional e auxilia na qualidade da obra e de vida dos moradores.


TV Guia do Construtor – Programa 25


Para começar o programa, “Fique Atendo” na conversa que tivemos com Maurício Bonilha, consultor de Construção Civil, para esclarecer dúvidas recebidas sobre aprovação do projeto da obra pela Prefeitura.


Existem três tipos principais de entrada de aprovação: residenciais, comerciais e industriais.


Através de um requerimento assinado pelo proprietário e pelo responsável pela obra, a entrada para aprovações residenciais pode ser acelerada. Mas atenção, em caso de financiamentos, como o da Caixa Econômica Federal, é necessário enviar anexo a aprovação devidamente carimbada.


Algumas regras são essenciais para o bom andamento da solicitação, como não antecipar a construção antes de ter a planta devidamente aprovada e toda a documentação deve estar em dia, com prazos e normas estipulados pela prefeitura.


E quando o projeto está aprovado e a obra quase concluída? Preste atenção ao “Mãos a Obra” e saiba sobre o preparo que as paredes necessitam para aplicação do reboco na área interna e externa.


Seja a finalização escolhida com gesso ou reboco tradicional, é necessário analisar a exposição e durabilidade dos materiais escolhidos. Paredes alinhadas e impermeabilizadas garantem resultados duradouros e de qualidade.


Já no bloco “Acabamento e Decoração”, Edivania Lopes nos fala sobre o papel do rodapé, materiais disponíveis e aplicabilidade de cada um deles.




Dependendo da espessura do piso escolhido, cortar filetes para produção do rodapé pode danificar as peças e não oferecer o acabamento desejado, mas podem ser encontrados no mercado peças avulsas específicas para essa aplicação, além da possibilidade de aplicar rodapés de pedra ou madeira.


Você concluiu o reboco da obra, o rodapé está perfeito, sabe o que fazer com os resíduos da obra?


Segundo Nobel de Freitas, Diretor de Controle e Licenciamento Ambiental, existe um aterro específico para resíduos da Construção Civil, descartando assim de maneira adequada todas as sobras de sua obra. Confira tudo isso em “Espaço Comunidade”.

TV Guia do Construtor – Programa 24

No “Fique Atento” de hoje falaremos sobre treinamento e motivação de equipe. Já apresentamos a importância do profissional capacitado à obra e hoje Dulce Francisco (consultora organizacional) orienta como montar uma equipe motivada e engajada para trazer mais resultados para a empresa.


O responsável pela obra precisa dar atenção à equipe para que cada profissional se sinta parte importante e responsável pela obra como um todo.
Uma empresa com estratégias e valores claros tem muito mais chances de possuir uma boa equipe, onde o investimento com treinamento de pessoal é também essencial.


Além da capacitação profissional, também abordamos neste programa um ponto importante em outra fase da obra, com as paredes já levantadas. Você pode utilizar as molduras para compor a volumetria e estética da obra, elementos sempre atuais que Maurício Bonilha explica como deve ser feita a aplicação, interna e externamente, no bloco “Mãos à Obra”. As molduras de concreto e isopor têm sua aplicabilidade em áreas externas, enquanto as de gesso são as mais indicadas para áreas internas, por sua fragilidade. Confira!


Depois de conhecer a parte técnica sobre as molduras, Edivania Rocha apresenta quais os materiais e medidas disponíveis no mercado em “Acabamento e Decoração”.
Frisa também a necessidade de um profissional para que a escolha da moldura seja assertiva e case perfeitamente com o estilo e a personalidade da casa, até mesmo no jogo de cores escolhido para elas.


No bloco “Espaço Comunidade” de hoje falamos sobre um grande problema durante o inverno, as queimadas. Com o ar seco e ventos fortes, rapidamente o fogo se alastra. Nober de Freitas, diretor de controle de Licenciamento Ambiental, fala sobre o Programa de Combate a Queimadas desenvolvido em Sorocaba e região, importante para a conscientização de que queimar lixo, ou terrenos para limpeza, além de prejudicar o meio ambiente faz com que a qualidade do ar caia muito, causando diversos problemas respiratórios onde as crianças são as principais vítimas.


Não deixe de conferir este programa recheado de dicas e informações para sua obra!